quarta-feira, 16 de abril de 2008
Ler o quê?
quinta-feira, 20 de março de 2008
Memórias de leitura
"Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas.
Via os grãozinhos de areia, a pele da terra, as pedrinhas menores, as formiguinhas passeando no chão de uma distância. E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo...”.
Hoje, caso alguém me pergunte sobre leituras prazerosas, consigo descrever algumas como: "Enterro Celestial". "Eu, Malika Oufkir Prisioneira do Rei", "Castelo de vidro" e pasmem, posso até afirmar que tenho preferência pelas auto-biografias.
Sou muito grata à Miguilim, nunca esquecerei as páginas de sua história. Ela está muito bem guardada em minha memória e em meu coração.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Graciliano Ramos
quinta-feira, 6 de março de 2008
Minhas memórias de escrita
Ao chegar aqui no Ise, em 2004, percebi que havia um grande abismo entre eu e a escrita. Eu tinha medo de escrever, ficava horas olhando para a folha em branco sem saber como começar, por isso, começava sempre pelo cabeçalho, ao menos assim, a folha já não era algo totalmente vazio.
Outra estratégia que usava era copiar textos de outros autores e, a partir deles, iniciava o meu. Era uma tarefa árdua, pois meu nível de exigência é bastante alto; sendo assim, como quando escrevia bilhetes para as professoras das minhas filhas, eu fazia vários rascunhos até chegar a um texto bom para ser entregue.
Hoje, pensando nesse processo todo, vejo que minha dificuldade era fruto da falta de treino; fiquei muito tempo sem exercitar a escrita.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Memórias de escrita
Passados todos esses anos, ainda me lembro de como essa tarefa foi desafiante para mim. O maior desafio, com certeza, foi escrever sem que alguém determinasse o conteúdo do texto. Inventar uma história não era tarefa fácil para quem estava tão acostumada a fazer cópias e mais cópias, aliás, percebo que escrever espontaneamente, sobre qualquer assunto, é uma dificuldade que ainda estou superando.
A escrita sempre se configurou como uma atividade imposta pelo professor, que determinava o tema e o número de linhas necessárias.